Sinto-me tantas vezes um relógio, intacto, vendo apenas o tempo passar. Sempre acreditei que cada um tem uma missão cá, por isso nasceu e ainda existe. Mas há momentos onde tudo aquilo em que acredito se desmorona e me sinto o tal relógio, desta vez, até invisível.
É verdade que ninguém é feliz vivendo sozinho, mas valerá a pena viver mal acompanhado ?
De todas as dúvidas que possam surgir guardarei sempre a certeza que no meu coração viverá eternamente muita gente. Gente que já nem sabe da minha existência.
E na verdade se o relógio existe, invisível ou não, ele tem a sua missão.